COLOSSO PULVERIZACAO OUROFINO 100ML
Cada 100 mL contém:
Clorpirifós ............................................. 25,0 g
Cipermetrina ......................................... 15,0 g
Veículo q.s.p. ................................... 100,0 mL
COLOSSO PULVERIZAÇÃO é indicado para o tratamento estratégico e controle de dermatobiose bovina - berne (larvas de Dermatobia hominis), carrapato (Rhipicephalus Boophilus microplus) e no controle da mosca-dos-chifres (Haematobia irritans). Produto seguro para utilização em vacas gestantes, administrado via pulverização.
COLOSSO PULVERIZAÇÃO também é indicado para o controle de infestações ambientais por adultos e larvas de Alphitobius diaperinus (cascudinho) em instalações avícolas destinadas à produção de aves de corte e postura.
PARA BOVINOS: Diluir o COLOSSO PULVERIZAÇÃO na proporção de 1:800.

Via Pulverização: Diluir o produto na proporção de 1:400 mantendo a recomendação de 1000 litros de calda para 1.200 m2 de área.
Via Atomização: Diluir o produto na proporção de 1:8. Após a diluição, aplicar a calda por todo o aviário, de forma que, independente da via de aplicação (pulverização ou atomização), 2,5 litros de COLOSSO PULVERIZAÇÃO são suficientes para a pulverização de um aviário com 1.200 m2. Após misturar até a completa homogeneização da calda, pulverizar em toda a área de alojamento das aves, incluindo paredes, pilares, vigas, travessas, tesouras, muretas, beirais, caixas de ração, cortinas e ninhos. Quando a cama for reutilizada, abrir a cama para possibilitar que o produto chegue ao piso do aviário. Não pulverizar os aviários com as aves alojadas. Indica-se que as aves retornem ao galpão após pelo menos 48 horas da aplicação do produto.
Geralmente o tratamento em dose única é suficiente para diminuir a carga parasitária nos animais e nas instalações avícolas, entretanto, as práticas de manejo existentes em cada propriedade, assim como em granjas, como a rotação de pastagens, instalações, densidade animal, sexo, assim como características genéticas ou raciais, podem influenciar na incidência de parasitas e, consequentemente na eficácia do produto. Assim, cada propriedade rural poderá apresentar necessidades diferentes para o controle parasitário, sendo recomendado o controle integrado e estratégico de parasitas, a ser definido pelo médico-veterinário.